Rejubilam
as gentes
Nas
festas das flores
Dos
pingos das chuvas
Que
formam as cores
Os
raios que chegam dos teus olhos
Conclamam
maravilhosos sinais
Dos
contos que ouço
Se
tornam avais
E
cantam os trovadores
Escárnio
de sua gente
Porém,
sussurram amores
Com
beleza eloquente
Nas
estradas seguem as gentes
Suas
vidas, suas vestes
Vista
ao horizonte
Uma
cultura cipreste
E
os rumores das cidades
Passam
pela corrente
O
prelúdio de boas novas
Dessa
altiva gente
Se
não fosses tu
Minha
pérola do sertão
Serias
uma por duas
E
não dicotomia de meu coração
Por
fim, vamos seguindo a estrada
Cantando
o hino que te faz gente:
“Brava
gente brasileira...”
Com
amor que deveras sentes
Amor
ávido de mãe gentil
Desta
terra do Brasil.
RELICÁRIO DE SAFIRA
Por Rosângela Reis
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