A
chuva corre, corre
A
corrida dos fortes
E
continua correndo, como a vida.
Vida
efêmera!
Tua
alma é inconstante.
Brilha,
brilha a vitória
E
brilha o reflexo da luz
Tua
luz
Ela
para, pararam os olhos
No
que parecia real.
A
inércia é a atriz principal.
O
silêncio! Ouve a palmeira
Que
balança a despedida.
Teu
adeus é duvidoso!
RELICÁRIO DE SAFIRA
Por Rosângela Reis
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