Pedra,
pedreira, pedrinha
Paro
para pensar
Por
que para o planeta?
Paredes
paradas, postes, portões
Os
pingos pingados
Apontados
para a pele
Percebe
pequena porção
Nas
pistas pretas
Nos
pastos
Na
poeira que paira
Pelos
pingos presentes
Pintando
poucas partes
Da
pintura perene
Partindo
a ponte
Nas
plantações
Provocando
pontos.
Os
pardais poderão pousar?
Pois,
pássaros pedem paz.
Pétalas
do perfeito amor
Passam
no passado
Pego
pipas, papagaios
Paro
Paro
para pensar
Passagens
passageiras
Porém,
permanecem pósteras
Portam-se
paralelas ao presente
Exprimindo
uma pureza peculiar
Perdurando
profundamente.
Próximo
aos povoados
O
picadeiro apresenta
Polares
ursos, pernas-de-pau
Prontos
para o prestígio do público.
Primavera
primeira
Proeza
perpendicular
Peça
principal
Do
pensamento primal.
Nos
pedaços de palha
Prendem-se
os pinos
Pontilhados
da pintura
Da
princesa de Panthos.
RELICÁRIO DE SAFIRA
Por Rosângela Reis
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